SEREIA LAB é o nome do projeto artístico transdisciplinar e multimedia, realizado no início de 2009, em duas galerias, no Rio de Janeiro e São Paulo, através de seleção em Edital público.

A obra, idealizada pela artista Elen Nas, é reflexo de uma trajetória madura no campo das artes, em especial da performance, estudos técnicos e sonoros, realizados, em grande parte, de forma autodidata. Uma formação inicial sólida e participação em pesquisas científicas bem orientadas, colaborou na facilidade com que a artista formula seus projetos, e, mesmo no território de experimentação das novas linguagens, não perca de vista toda busca relacionada a arte como comunicação e estímulo a novos aprendizados, a poética lírica e lúdica que resumem um idealismo projetado ao humano.

English Bio-Cv

 

Currículo Cnpq

Quando ganhou um festival da Petrobras em 1996, com uma apresentação performática de canto-capella, parecia que a cantora novata possuía, não "apenas" um talento promissor, mas uma sorte incrível. Na verdade já havia conquistado boas posições em Festivais na Escola de Música, um Prêmio de Iniciação Científica na Universidade, já cantava em público a pelo menos 10 anos, entre gincanas de escola  e encontros estudantis. Ou seja, se a relação de total conforto com um público que lotava o Teatro João Caetano pudesse parecer algo de sobrenatural, especialmente para uma apresentação performática ousada, dentro de um Festival de MBP, dedicado as raízes populares do samba e suas vertentes, Elen, já havia, a esta altura, feito apresentações para grandes públicos, de forma amadora, em diferentes contextos. Por isto, as oportunidades surgiram, inicialmente, na Europa, sem muitas dificuldade. Era raro, que uma cantora carioca com experiência e talento fora do comum, simplesmente "caísse de para-quedas", em terras estrangeiras tão distantes e frias.

Após um período de experiências como cantora solo, alguns shows de sucesso e algumas tentativas de gravar um disco de forma indenpendente, a intérprete resolveu se atirar no abismo das artes, da composição e das novas e mais originais possibilidades.  Assim, em contraste com os produtivos e mais intensos anos anteriores, a partir de 2002, de volta ao Brasil, Elen buscou outras oportunidades de trabalho enquanto maturava novas possibilidades de atuação através da performance e da arte sonora no ambiente das artes visuais.Foi aprovada com Bolsas de Estudos parciais, no exterior, no entanto, alguns "contratempos" a fizeram optar pela possibilidade de construir sua vida no Brasil. Organizou alguns shows, com pouco apoio de produção, e, certamente, em 2003, no Rio de Janeiro, misturar instrumentos como a harpa, com bases eletrônicas era algo pra lá de 'avant garde'.  O trabalho mais conceitual, dentro das artes, foi acontecendo na mesma medida da inadequação da artista as duras regras do mercado no campo da música.

Entre 2003 e 2006 ela se dividia entre organizar um ou outro show, uma e outra performance, gravar vídeos de arte e participar de coletivas de arte multimedia, que movimentavam o circuito pensante carioca: Cep 20000, eventos promovidos pela Cavideo, eventos de alunos do Parque Lage, etc.

Em seguida, voltou a Europa por um ano, se equipou de novos recursos, numa nova fase, onde apenas um laptop e alguns softwares faziam o serviço de várias máquinas num estúdio. Fez apresentações de música e arte-performance em Berlin, gravações e workshops em Barcelona, e, em Ibiza tocou em festas e bares.

Após vivenciar o eterno clima de festa desta ilha, estava convencida que a forma mais original de se expressar, seria entrar no mercado promissor de DJ's, com o diferencial de poder adicionar o seu canto, ao vivo, nas apresentações. Canto lírico, popular, interferências poéticas.

Voltou ao Brasil, em 2008, passou a intensificar suas gravações caseiras de áudio, para dar uma formatação as suas músicas, e assim facilitar o trabalho de futuras parcerias nos arranjos, produção eletrônica e a finalização das gravações com masterizações e mixagens distintas.

Organizou diversos 'sets' DJ que previam sua interação eventual, com o canto. Fez apresentações muito bem vistas nas festas EUPHORIA, em Boates como a FOSFOBOX, e algumas participações com outros DJ's em algumas noites cariocas, no Festival CREAMFIELDS, e em eventos "puxados" por grandes shows como o do "Vive la Féte" no grande galpão do Centro Ação e Cidadania, na região do Porto.

O cenário carioca, mais uma vez, carente de muitos espaços para os DJ's e músicos atuarem, se revelava mais difícil do que o esperado, para uma DJ que se apresentava nos moldes de poucas no mundo: uma em Berlin, outra em Londres, e outra em Paris.  Todas estas com preferências sonoras bem diferentes entre si, e diferentes da nossa DJ, que nessa época reavivou o nome "Sereia" do seu projeto musical autoral, para o título DJ e, como iniciou a agregar algumas experiências sonoras mais inusitadas, resolveu intitular seu novo trabalho de DJ de "Sereia Lab", assim, o laboratório de performance, se tornava também um laboratório de arte sonora, com a possibilidade de atuar no mercado de uma maneira bem "pop", como DJ!

Com as dificuldades de entrar num bom fluxo de apresentações pelo Rio de Janeiro, a artista se voltava, cada vez mais, a escrever projetos em que pudesse colocar em prática toda a sua experiência com a música e a performance, por um lado, desenvolvendo também possibilidades de inovação dentro de uma campo pouco explorado e ainda recente na história das artes visuais, como a arte sonora.

Assim, sua remota experiência de pesquisa científica e facilidades de pensar num trabalho-processo aliado a metodologias antigas e mais recentes, e, uma vocação para apresentar uma escrita fluente, levou a moça, já no final de sua terceira década de vida, a iniciar o trabalho mais ousado e inovador, não apenas da sua carreira e experiência, mas também da história de sua própria cidade, Estado, país, e mesmo mundial, em alguns aspectos deste trabalho.

Pela primeira vez seus anseios de compartilhar uma experiência mais original com o público, fazendo algo que inspire e faça refletir, estava de acordo com os anseios de um mercado emergente e sedento por inovação em todos os campos do conhecimento, e assim também na Cultura.

Dessa maneira, sua proposta de projeto passou num edital público e a artista se empenhou em fazer jus a oportunidade, trabalhando com seriedade para materializar a idéia, que a princípio reunia elementos bem distintos, e os seus resultados finais, embora projetados, eram ainda desconhecidos. Uma obra com desafios imensos, que se realizou como esperado. A DJ Subaquática é possível, esta fora a primeira etapa da sua comprovação. Com auxílio de softwares e desenhos, a artista acessava remotamente seu computador de dentro d'água para tocar as programações que organizava previamente no software para apresentações "dj" ao vivo. Cada imagem era conectada a um som, comando ou pista. Assim, o "laboratório" se apresentou como exposição imersiva e sensorial. Os aspectos técnicos foram atendidos, e o trabalho, sem dúvida, subjetivamente influenciara todo cenário por onde passou, para os que ali estavam e tiveram acesso a experiência compartilhada dentro daquele espaço. Até mesmo por onde o projeto não havia passado, foram encontrados registros em blogs de diversas pessoas que acompanhavam o tema da arte e tecnologia e obtiveram notícias através da grande mídia.

A partir destas primeiras etapas do projeto, a artista têm vivido o drama de quem dá o primeiro passo na concretização de uma excelente proposta para o cenário da cultura contemporânea, e fica com o trabalho parado e os investimentos perdidos.

A exposição que por suas características levam um laboratório de arte e tecnologia, para visitação e acesso do público, abriu possibilidades para inúmeros desenvolvimentos e desdobramentos.  Tanto dentro do próprio projeto, como um estímulo a este cenário da arte contemporânea, a nível nacional. Baseados em fatos empíricos, pode-se dizer e concluir, que nenhum artista no cenário local, havia apresentado jamais, um trabalho de performance tão forte e consistente no que tange ao tema da comunicação e uso de novos recursos tecnológicos. Assim como nenhum trabalho de performance havia ocupado, em sua totalidade, o espaço de exposição, durante temporada em galeria.

Sobre este trabalho de performance, em específico, pode-se constatar que a artista optou mais pelo foco na montagem imersiva, visual e sonora, do que realmente radicalizar em alguns aspectos, como seria ficar todo tempo dentro do aquário, ou focar a performance na prática da apnéia, por exemplo.

Por que a apnéia é um recurso como qualquer outro, e é também uma prática competitiva que já existe por aí, registrada em livros de "recordes", etc., e, com o uso de oxigênio num cilindro, a performer poderia estar mais relaxada para executar uma ação muito mais complexa, que necessitava de sua total atenção: a mixagem sonora de dentro dágua e o "manejo" dos objetos/imagens que iriam comunicar com o ambiente externo.

Dentro disso, o seu trabalho, de fato, focou na inovação: outras pessoas já haviam entrado em aquários e tanques de água, testando a sua resistência das mais variadas formas, mas ninguém, até então, havia entrado num aquário-tanque para desafiar os seus próprios aspectos cognitivos, assim como o do público que está em outro ambiente, assistindo, num contexto de performance com práticas sonoras.

Para defesa deste trabalho e abertura de novas oportunidades, a artista Elen Nas, dedicou-se a organizar novas propostas, envia-las a editais públicos, e de Leis de Incentivo.  Pelo que a autora percebe, houve ainda muita dificuldade dos "especialistas" que comandam as decisões destes editais entenderem a proposta, pois foram gastos alguns meses, e mesmo anos, para ter aprovação de certificados de Leis de Incentivo.  Quanto aos editais que não dependem dos certificados de Leis, continua um mistério do por quê o projeto estar sendo, continuamente, recusado.  Sim, nós temos ciência que até projetos de "medalhões" da nossa cultura, atrizes e atores de TV com mais de 30 anos de experiência, têm projetos recusados ao patrocínio em empresas, governo e bancas examinadoras das leis de incentivo, para citar apenas um contexto como exemplo.  Entretanto, nos quesitos de "inovações", "originalidade", "formação de novas platéias", "apoio a produção nacional e local" e inclusão de artistas desconhecidos do grande público no mercado, e mais uma série de outros fatores que alguns editais sublinham, as propostas desta artista estão não somente de acordo, como por motivos já notórios, se destacam em relação aos indivíduos nas mesmas condições, especialmente no cenário local.

O projeto, feito ainda com poucos recursos, se comparado a sua magnitude e os custos que envolve, teve um retorno de mídia fora do comum.  Poucos artistas, mesmo os renomados e mais experientes, no campo das artes plásticas, têm um retorno de mídia como o projeto "Sereia Lab" teve, durante o seu curso de exposição, do início ao final de 2009.  Na verdade, de lá pra cá o cenário vêm mudando.  Um novo caderno divulgando as artes plásticas foi criado no maior jornal de circulação da cidade, entre outros aspectos. É bastante incomum que um artista plástico pouco conhecido tenha a sua exposição como notícia e convite ao público nos meios de comunicação. E, não é difícil entender por que a exposição de Elen Nas suscitou este interesse maior e curiosidade: a artista, que vêm da música, faz arte para o grande público. Suas propostas de instalações e performances dependem de financiamento, pois não são vendáveis a um pequeno círculo, como é o caso de obras tangíveis, que podem ser adquiridas, "arrematadas" por um único comprador para serem expostas em suas residências.

Certamente, nestes anos passados, a artista vêm pensando em como criar pequenas obras, ou memórias da mesma, que possam ser arrematadas e gerar um fluxo de capitalização. Entretanto, nada se compara, ou será capaz de substituir a vivência que a obra e a performance proporcionam no seu contato, ao vivo.  Dessa maneira, sua biografia encontra-se no momento em que a artista busca oportunidades para dar continuidade a este trabalho, avaliando algumas possibilidades de retomar os trabalhos como DJ, assim como suas gravações de músicas inéditas.  Voltar a fazer shows é algo que depende muito de uma mudança neste tipo de cenário e do mercado, assim como oportunidades que valham a pena arriscar. A artista múltipla Elen Nas, nunca teve medo dos riscos, por isto sempre mergulha em novas perspectivas de expressão. A moça cita este Maiakoviski desde os 15 anos: "brilhar pra sempre, brilhar como um farol, brilhar com brilho eterno, gente é pra brilhar". E hoje, complementa com Marianne Williamson, citada por Mandela e muitos outros líderes: "não há nada elevado em se esconder, pois quando permitimos que a nossa própria luz brilhe, damos automaticamente permissão aos outros para fazê-lo... "

E, a performance é, de fato, este tipo de provocação: o performer se coloca em situações onde, quem o assiste, automaticamente se imaginará na mesma situação. Os ganhos de reflexão, em cada um, em relação a isto, são imensos. Alguns vão entrar em conflito consigo mesmos, suas crenças e verdades, outros se permitirão mudar algumas atitudes, seja frente ao conhecimento, frente ao outro, ou apenas na sua intimidade. Supõe-se que um bom trabalho de arte seja sobre isto: estimular os sentidos, abrir para novos olhares, estimular outras e novas reflexões.

 

Musica

Composições ("Work in Progress") :

   

   

Clique para conhecer alguns dos novos remixes - - - ->  Elen Nas DJ 

... ou alguns dos remixes +antigos, com  - - - -> criações originais.

 

Sobre a musica, a biografia de Elen Nas ainda contará de um bebê que aprendeu a falar repetindo as canções de Elis que tocavam no rádio. Ou de uma criança que aos 10 percorria sozinha 1km entre prédios e sinais para fazer aulas de piano. Quando voltava das aulas, praticava na bela mesa de mármore da sala de estar. Nestas condições, chegou a tocar as peças infantis do seu livro de estudo com desenvoltura. Na falta do instrumento, ficou a relação com a música, cada vez mais forte. Certa vez, se trancou no banheiro para gravar uma canção com o gravador portátil. O objetivo era presentar a música gravada numa fita K7! Espantou-se ao ouvir sua voz gravada neste rudimentar sistema analógico! 

Passou a adolescencia ensaiando com bandas de amigos da escola, se reunindo a jovens compositores, e se apresentando eventualmente em público. Mas a necessidade de buscar uma profissão mais "condizente" com as suas origens familiares, a levaram a universidade para tratar de outros temas.

A vocação para as artes, no entanto fez com que voltasse a estudar música e outros seminários preparatórios em teatro e dança. Iniciou estudos de canto lírico, harmonia, percepção musical, improvisação e composição. Começou a participar de pequenos Festivais, onde se destacou, apresentando músicas inéditas. Ganhou um grande Festival no Rio, fez apresentação em excelentes casas como o extinto "Mistura Fina" e partiu para Europa com objetivo de ampliar seus horizontes. Chegando em Munique, na Alemanha, foi logo convidada a participar como cantora-solo numa turnê pela Escandinávia, com um grande grupo de músicos e bailarinos chamado "Ritmo Brasil". De volta a Alemanha fez shows em pequenas cidades, reencontrou em Berlin um amigo DJ que acabara de fundar com outros sócios o grupo Jazzanova, com quem gravou umas vozes e, finalmente seguiu sua aventura ao desconhecido para a cidade de Londres, na Inglaterra. Foi muito bem recebida pela FLAME (Friends of Latin American Expression) que a conectou com os "Batmacumba DJs", com quem organizou algumas performances e shows no ICA (Institute of Contemporary Arts), e Jazz Cafe, entre outros. Se apresentou e gravou com outros grupos em Manchester, Glasgow e outras cidades do Reino Unido. 

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DJ+Composição+Voz (2008)

Arranjos experimentais e gravações mais antigas

 

    

Performances operísticas no Palácio Gustavo Capanema, "Lirismo- Grand Voix", março 2012. (Fotos de Lais Rodrigues)

 

Jazz Cafe, Londres, 1999.

         

           

  Escola de Música Villa Lobos, 1994.

  

     

   

       

      

+CLIPPING & matérias:

Band - Sereia Lab

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e vídeos:

. Eleanor Rigby

. Yansan Remix

. She walks in beauty

. Un bel di vedremo

. Movimento (em Ibiza)

. Jorge Capadocia

. A historia de S. Jorge, a princesa e o dragão

 

 

"Depois de longos anos de experiência totalmente dedicada a música, encontrei o meu caminho de expressão plena no movimento em direção as artes visuais, e, mais do que isso, a direção de unificação, já que a "quebra de paradigmas" depende também da "quebra de fronteiras" para formatação de novos conceitos. Várias experiências de elaborações e realizações de performances aconteceram, ao longo dos últimos dez anos, no território das artes plásticas. Impossível estabelecer o limite do "espetáculo" quando a sociedade é inteiramente "do espetáculo". O trabalho de arte sonora e arte-performance, muitas vezes se distancia dos "rótulos" da música, teatro, ou dança. E é este o maior dos motivos d'eu me inserir neste contexto, que vejo como um campo "experimental" ríquissimo para construção de novos conteúdos."  Resumo/ CV/ EN

Abaixo, alguns registros de imagens dos trabalhos. Clique nos títulos para acessar mais informações e imagens.

"Lirismo na Rua: a Exposição" - Instalação sonora interativa sobre registro de performance. (Galeria Quirino Campofiorito, Fundação de Artes de Niterói. Agosto/2014.)

 

 

 

"ALEGORIAS" é uma nova série para os PICTOGRAMAS SONOROS INTERATIVOS.

São desenhos passíveis de leitura ótica, através de um sistema de código aberto. Desse

modo, eles podem ser programados para acionarem comandos midi.

 

"Alegoria da Sereia": Série de aquarelas que compõe os conteúdos da narrativa.

 

 

ENSAIO NO MAR

Mais uma etapa de pesquisa para o trabalho de performance subaquática: da idumentária inspirada na Antiguidade Clássica, entre acessórios criados com elementos coletados ao longo dos anos, sejam cristais presenteados, encontrados, conchas e outros objetos que emergiram em momentos pós ressaca ou de maré muito baixa. Em momentos de transformações sociais contundentes a poética das águas ressurge com a força dos sonhos, mistérios, referências para outros e novos valores. 

 

 

ENSAIO "TRUTH IS FROM THE ANTIQUE"

"O que verdadeiramente importa? A verdade, o sonho, os mistérios de tudo que intuo mas não posso dizer a ninguém que sei. Atlantis, povos submersos e desaparecidos. Almas presentes, sabedorias maias, mayas."

 

SEREIA ESSAY MAR/ 2013 :

 Este ensaio, realizado em março de 2013, representa uma variação das performances subaquáticas do Sereia Lab, com estudo de alguns novos elementos estéticos na composisão das cores e formas.

 

Sew pearls to water molecules

 

       

EXPO/ 2009:

Registro das informações da primeira experiência do projeto Sereia Lab, no Rio de Janeiro (03/2009) e em São Paulo (08/2009), com fotos, vídeos e matérias. A exposição, reúne instalação visual e sonora com ações performáticas: vozes líricas projetadas a partir de um ambiente asfixiante como um saco plástico, e manipulação de desenhos-símbolos, de dentro d' água para gerar comandos sonoros no ambiente externo ao aquário.

 

  

    

WORDS AQUEOUS/ 2010:

A partir de fotos impressas do "making off" da primeira montagem do projeto Sereia Lab, a artista compõe histórias, expostas nesta sequência. 

 

       

LIRISMO NA RUA 01/2012:  

Registros "amadores" da colagem de desenhos sobre partituras antigas, feitas nas ruas. Com o objetivo de redefinir os suportes utilizados para manifestações artísticas visuais nas ruas, a artista também subverte o suporte erudito, quase intocável da partitura para desenhar esboços/rabiscos de personagens inspirados nestas mesmas narrativas românticas, épicas e mitológicas.

 

           

LIRISMO GRANDVOIX  03/2012:  

Nesta variação do "Lirismo" a artista veste as partituras, através de uma saia-escultura confecionada pela mesma, e leva a performance vocal para as ruas, pesquisando os locais de melhor acústica na arquitetura da cidade. (foto de Lais Rodrigues e Marcello Vale)

           

EM DIAS DE MARÉ CHEIA...  

Este trabalho é um 'incidental' resultante de uma vivência de alguns dias em praias de cidades menores, no Estado do Rio de Janeiro.  A natureza fala mais alto, as aves marinhas estão mais presentes e, inspirada nelas, a performance se desenvolve numa comunicação vocal inusitada.

 

     

PREGO AMOR (05/ 2011) 

"Prego Amor" é, inicialmente, uma performance urbana quase desesperada. Martelar pregos como idéias. A persistência na ação contundente, como despertar, pelo impacto, as cabeças duras destes pregos.  Formar desenhos em tapumes e volumes em troncos. Em placa de madeira o ato se transforma em objeto sonoro com múltiplas possibilidades. De instrumento musical rudimentar a escultura sonora interativa. (Projeto com plano de desenvolvimento em curso)

 

               

PICTOGRAMAS SONOROS INTERATIVOS  (12/ 2011) 

Do mesmo sistema para controle remoto da operação do som utilizado no projeto Sereia Lab, esta nova sequência de desenhos feitos à mão, objetiva ampliar as possibilidades de conteúdo semântico nos signos identificados  pelo sistema.  As possibilidades de mapeamento sonoro e formatos de imagens são múltiplas, ou mesmo infinitas.

 

"BRAINSTORM", 2010. (self-portrait)

 

    

 

 

       

  "Cedo, Amor" (Vídeo Arte e Performance, c/ A.Shoyerer, 

apresentado no Projeto "Zero Hora", Teatro Café Pequeno,

Realização Cavídeo, 2004.)

 

    

Arte-Performance & Produção sonora eletrônica, Berlin/2007.

 

"Fetus-mermaid", vídeoArte com Nadam Guerra e Andreas Shoyerer, 2003.

 

"Bath with dead roses", vídeo-Arte,c/AS, 2004/5.

 

  

 "Reflexus", ensaios c/Lax&Toniatto, 2008.

 

   

Nova Arte Contemporânea, RJ 2011. Casa França Brasil.

 

 Estudos de auto-retratos. Vienna, 2007.

 

 Sereia Lab, 2009.

 

 

 

 

"Lirismo na Rua": INSTALAÇÃO de ARTE SONORA INTERATIVA & PERFORMANCE.

2014/Galeria Quirino Campofiorito/Fundação de Artes de Niterói.

  

Nova série de SÍMBOLOS para os PICTOGRAMAS SONOROS INTERATIVOS.

 

  

 

  

Sereia Lab, Caixa Cultural São Paulo; fotos Gabriela Nakamura.

  

  

 

  

Abertura da Exposição, Caixa Cultural do Rio,março 2009. Fotos de Carla Piske.

  

  

  

  

    

Sereia Lab 2009; fotos Ricardo Beliel

Aquarela da série "A dança".

"Azul" 2008; Foto Jose Tannuri.

 

"Still" do vídeo Performance "Azul P08", com José Tannuri e Toniatto.

 

"Push"2003, foto Paulo Innocêncio.

Aquarela da série "A dança".

 

 

     Aquarela da série "A dança".

"Pérolas Perdidas no Vazio Virtual",breve Ensaio, com Ricardo Beliel, 2010.

"Cyber Cyclophe Club", Aquarela da série "Gênese".

    

Parque Lage 2004, foto Cleanto Vianna

 

Estudo de Capa de CD (col. Flavia Maroja).

Aquarela da série "A espera".

   

Foto Marcelo Valle, RJ, março 2012.    Foto: Larissa Lax, RJ, 2008.

 

  

Objeto Sonoro: "Prego Amor", 2011.

 

   

Versões de Máscaras para os "PICTOGRAMAS SONOROS INTERATIVOS"

 

Estudo de página web, design Flávia Maroja, 2002.

Aquarela da série "Metamorfose".

 

Festival "20 anos seis e meia", foto Marcelo Oliveira. RJ, 1996.

 

   

Stil do vídeo "Bath with dead roses"; Cadernos do Instituto de Arte Contemporânea, Londres, 1999.

Aquarela da série "Metamorfose".

 

Performance na rua: 8 de março de 1995 - Foto Leonardo Aversa.

 

Colagem na rua, SÉRIE LIRISMO, 2012.

 

Aquarela da série "Metamorfose".

 

Séries SUBAQUÁTICAS (c/ S. Colmsee)

 

Aquarela da série  "Tremor".

 

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(Ensaio com S.Colmsee).

 

      

"La vue à travers les roses fermentés", 2010.

Aquarela da série "A Espera".